Formação

Workshop MF – ENF 2018 – O Grupo de Perseverança (Adirlei Rodrigues)

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Grupo de Perseverança

 

  1. 1.    O que é um Grupo de Perseverança (GP)?

O GP é o 3° momento do Grupo de Oração, conforme descreve a apostila ‘Grupo de Oração’ do Módulo Básico. Nele, as pessoas se encontram para rezar, se conhecer, dialogar, falar sobre as coisas da vida e refletir sobre os conteúdos da nossa fé, que não só levam à formação dos participantes, mas também alimentam a reflexão da própria vida junto com os irmãos.

 

  1. 2.    Tem a mesma espiritualidade da RCC

O GP também tem a espiritualidade pentecostal da RCC e do Grupo de Oração (GO). Sendo assim, deve-se sempre, nas suas reuniões, orar, louvar e pedir novas efusões do Espírito Santo, assim como, exercer os carismas.

 

  1. 3.    Como organizar um Grupo de Perseverança?

Cabe à coordenação do GO discernir sobre o momento certo de começar um GP. Uma vez discernido por começar, esta mesma coordenação deve nomear um formador para que fique como responsável pelo GP. Este desempenhará suas atividades em obediência à coordenação do GO e seguindo as orientações da Comissão de Formação para Grupo de Perseverança.

 

O convite para participar do GP pode ser feito a todos os participantes do GO que já fizeram o SVE e a EO. Quem ainda não passou por estas duas etapas, não pode ser convidado para participar do GP. Por ‘participantes do GO’, entendemos todos os que estão no GO, independente de serem servos ou não. É interessante que o número de participantes do GP não passe de 12. Havendo mais de 12 pessoas interessadas, é recomendável que se forme mais de um GP.

 

Os GP’s podem possuir diversas configurações, desde a forma de aplica-lo, a duração, o momento de aplica-lo, etc. É necessário, portanto, que cada GO adeque o GP à sua realidade. Essa adequação deve ser feita com discernimento, em plena unidade com a coordenação do GO e de modo que atenda às orientações da Comissão Nacional de Formação.

 

 

  1. 4.    Quais os frutos do Grupo de Perseverança?
  • Maior conhecimento e vivência da espiritualidade de RCC.
  • Mais entrosamento entre os participantes.
  • Pessoas curadas (fisicamente, emocionalmente, psicologicamente)
  • Crescimento pessoal.
  • Conhecimento da doutrina, aprofundamentos nas verdades da fé, maior conhecimento da Igreja.

 

  1. 5.    Celeiro de servos

O GP dá ao GO a oportunidade de identificar possíveis servos para a Igreja e para a RCC. No GP, pode-se conhecer melhor cada pessoa quanto ao perfil, habilidade e maturidade. Com o passar do tempo, o responsável pelo GP pode perceber os que têm potencial para servir e informar ao coordenador do GO que, dentro do seu papel de pastor, saberá acompanhar e conduzir o irmão conforme a vontade de Deus.

 

  1. 6.    Não há obrigatoriedade

Um GO não é obrigado a ter GP. E quando um GO tem um GP, ninguém é obrigado a participar. Isso pode levantar a pergunta: “Se não é obrigatório, quem participará do GP?” A participação acontece a medida que as pessoas entendem o que é o GP e quais os frutos que ela colherá se dele participar. Por isso, nós, formadores, precisamos tem um grande conhecimento sobre GP para que, assim, estejamos preparados para entusiasmar a coordenação do GO a criar um GP e para motivar seus participantes a fazer parte dele.

 

Vale dizer também que a participação no GP não é condição para que a pessoa possa servir no GO.

 

  1. 7.    Qual é o tempo de duração do GP?

Depois que o GP já refletiu sobre as 2 apostilas que atualmente a RCC oferece como subsídio, o núcleo do GO irá discernir se o GP deve continuar ou não. Obviamente, é salutar que o núcleo do GO dialogue com o responsável pelo GP e com seus participantes, de modo que a decisão promova harmonia e, principalmente, o cumprimento da vontade de Deus.

 

Se continuar, pode-se aplicar outros temas, como documentos da Igreja, CIC, etc… Para isso, deve-se considerar o perfil dos participantes e seus interesses.